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domingo, 9 de setembro de 2012

KAUNAS PHOTO Festival - "Photo Planet China"






Photo Planet China
  
China is changing fast and cameras are becoming the banner of a new lifestyle as much as bicycles are the symbol of the old ways.

Millions of chinese tourists, in many cases traveling from remote regions, invade each and every temple, palace or fortress, side by side with foreigners. Most of them carry some type of camera and, many among them, look as if they are doing it for the first time.

Photographing China, both in 2006 and 2009, I was really impressed by this massive afflux of new amateur photographers. Not only because they are so many but also because they seem very committed as well.

As in many other aspects, this happy development in China will have, despite western unawareness, a huge impact in the global world of image.

Fernando Penim Redondo


Integrado na Exposição Central 
do Kaunas Photo Festival, Lituânia
denominada "About Photography
em Setembro de 2012












terça-feira, 5 de julho de 2011

CASA DA CULTURA DE COIMBRA - "PEQUIM 60 anos depois"







"Pequim - 60 Anos Depois"
4 de Julho a 30 de Julho 2011
38 fotografias de Pequim, recolhidas em Setembro 2009




























As fotografias foram feitas no mês de Setembro de 2009. Por esses dias, em Pequim, presenciei os frenéticos preparativos para as comemorações do 60º aniversário da República Popular da China que ocorreu no dia 1 de Outubro.
 
O imenso mercado-formigueiro que é Pequim não exagerava, nas ruas, os símbolos da Revolução. Mas os retratos de Mao, em algumas montras e na exposição retrospectiva de 60 anos de pintura, pareciam assistir atónitos ao pulular dos Business Centers e dos Kentucky Fried Chicken.
Tinha estado em Pequim em 2006 e, passados três anos, senti uma enorme evolução. Não só nos espantosos edifícios (Estádio Olímpico, Centro de Artes Performativas, torre da CCTV, etc) mas a todos os níveis.
 
Nesses dias de Setembro de 2009 usei o metro intensivamente para me deslocar pela imensa cidade e sentir o seu dia-a-dia. O metro de Pequim, que eu não usara em 2006, tem uma rede enorme mas, apesar disso, há várias novas linhas em construção.
Senti que estava perante um país cada vez mais rico e os shows televisivos de exaltação nacional, num estilo impensável pelos nossos padrões, não pareciam ser destituídos de razão aos olhos dos chineses.
As ruas davam uma sensação brutal de vitalidade; literalmente milhões de pessoas lutavam arduamente, penosamente não já, apenas, pela sua sobrevivência mas por uma vida melhor. Sessenta anos de socialismo ensinaram-lhes que o Estado não é a solução para tudo e particularmente para a angariação do sustento de cada família. Eles trabalham sem rede mas com uma comovente dignidade.
Essa atitude de um povo que ignora a resignação e a dependência é, quanto a mim, a maior força da China.
É essa vitalidade das ruas que pretendo mostrar com as minhas fotografias. 

 

quinta-feira, 21 de maio de 2009

C.E. ODIVELAS - "40 ANOS com Pessoas"



























O fio condutor da exposição é a descoberta da diversidade cultural e étnica, mesmo onde e quando a modernidade vai fazendo os seus “estragos”.
Adicionalmente permite comparar o olhar de um mesmo fotógrafo em situações geográficas muito diferentes e em fases da vida muito distanciadas.
As fotografias, divididas em dois grupos, foram produzidas com um interregno de cerca de 40 anos. 
Grupo 1968/9 – fotografias a preto e branco, feitas na Guiné Bissau  
Durante dois anos percorri a Guiné, em serviço, e fui aproveitando essa oportunidade para contactar e registar o dia-a-dia do seu povo.
Enquanto o fazia tinha a sensação de suspender a guerra. 
O conjunto de imagens apresentado documenta pessoas a trabalhar ou a divertir-se nos seus ambientes próprios, tal como as via um jovem tenente da Armada de 22 anos. 
Grupo 2006/8 – fotografias a cores feitas na China, Índia e Nepal  
Um conjunto de viagens ao Oriente permitiu-me comparar a actualidade dos três países que tanta curiosidade despertam hoje. 
Na China são os traços do desenvolvimento acelerado que mais marcam. Na Índia e no Nepal somos mais tocados pela serenidade da beleza ancestral.
O conjunto de fotografias expostas mostra rostos e atitudes quotidianas fotografados nestes três países asiáticos que constituem uma continuidade geográfica. O Nepal funciona, de certa forma, como recipiente misturador das influências dos outros dois gigantes.

Fotografar pessoas é, em vários sentidos, um desafio. Elas são um detalhe na paisagem mas um detalhe que encerra um mundo.
Quando fotografamos as pessoas elas deixam de ser uma abstracção, um número no meio de milhões, e a sua individualidade impõe-se de forma comovente. 
Penso que esta exposição mostra como, em 40 anos, nunca deixei de ser atraído pela magia desse processo.
Fernando Penim Redondo

sábado, 29 de novembro de 2008

CPF (Porto) - "China, a nova revolução"





"China, a nova revolução"
29 de Novembro 2008 a 8 de Março 2009
em complemento à grande exposição de Li Zhensheng



















As imagens mais fortes que nos ocorrem quando se trata da China são de dois tipos: o exotismo da cultura milenar e os “excessos” da Revolução Cultural dos anos 60 do século XX. A exposição agora proposta procura mostrar uma China actual (2006) cuja apreensão se julga estar bastante atrasada no nosso país e, em geral, no Ocidente.

Para isso há evidentemente que mostrar o desenvolvimento da arquitectura das cidades mas também aspectos banais do quotidiano quantas vezes mais reveladores do que as grandes realizações. Novas realidades como o “empreendedorismo” de rua e os seus falhados, o acesso ao lazer, a preocupação com o vestuário e em geral as atitudes de novo tipo que a abertura do enorme país ao exterior vêm possibilitando e incentivando. 

As bicicletas são, aos milhões, símbolo da vida frugal e laboriosa dos chineses. Em contrapartida também já se vêm muitos chineses de máquina fotográfica em punho num sinal claro de que começam a poder disfrutar, e registar, momentos de lazer. Bicicletas e câmaras fotográficas são sinais da coexistência das tradições e das transformações ao nível das vidas comuns.

A realidade física da China ultrapassa as expectativas e mesmo quando se parte com alguma bagagem de leituras sobre o país, a magnitude das transformações em curso sente-se "na pele". 

Alguém disse que os 1.300 milhões de chineses são, neste momento, o mais importante recurso natural do planeta e que o século XXI será, em grande medida, o resultado da forma como se proceder à utilização de tal recurso.
Eu prefiro dizer que o futuro da sociedade humana será decisivamente influenciado por aquilo em que se tornarem os incontáveis chineses e pelo caminho que tomar a imensa China.


Depois de ver a China é impossível voltar a ver a Europa como os mesmos olhos.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

BIBLIOTECA MUNICIPAL DA MOITA - "na CHIna 2006"






"na CHIna 2006"
18 de Outubro a 3 de Novembro 2007
36 fotografias da China recolhidas em Abril 2006




"na CHIna 2006"
18 de Outubro a 3 de Novembro 2007
36 fotografias da China recolhidas em Abril 2006

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

CASA DA CULTURA DE BEJA - "na CHIna 2006"






"na CHIna 2006"
28 de Setembro a 7 de Outubro 2007
168 fotografias da China recolhidas em Abril 2006










Alguém disse que os 1.300 milhões de chineses são, neste momento, o mais importante recurso natural do planeta e que o século XXI será, em grande medida, condicionado pela forma como tal recurso for usado.
Fugindo ao mecanicismo de tal opinião prefiro dizer que o futuro da sociedade humana será decisivamente influenciado por aquilo em que se tornarem os incontáveis chineses e pelo caminho que tomar a imensa China .  
Uma viagem pela China não pode fazer muito mais do que proporcionar um série de “impressões”, que valem por ocorrerem no local mas que acabam por reflectir a perplexidade do viajante. 
A realidade física ultrapassa as expectativas mesmo quando se parte com alguma bagagem de leituras sobre o país, a magnitude das transformações em curso sente-se “na pele”. 
O gigantismo institucional de Pequim, que numa só avenida tem vários hotéis do tamanho do Ritz de Lisboa,  rivaliza com o modernismo caótico de Xangai, cujo ritmo de crescimento pode ser simbolizado pelo combóio-bala que nos transporta ao aeroporto, a 400 km à hora, sobre tecnologia “magnética”.  
No Sul, onde se situam as “zonas económicas especiais” de Macau e Hong-Kong, a China dispõe de vários aeroportos internacionais num raio de 150 km em torno da cidade de Guangzhou (Cantão).
As bicicletas são aos milhões, símbolo da vida frugal e laboriosa dos chineses. Em contrapartida também já se vêm muitos chineses de máquina fotográfica em punho num sinal claro de que começam a poder disfrutar (e registar) momentos de lazer. Bicicletas e câmaras fotográficas são assim sinais da coexistência das tradições e das transformações ao nível das vidas comuns.
Visitei a China em Abril de 2006 e, apesar da magnitude das realizações económicas e tecnológicas, o que mais me tocou foi a persistência da velha cultura e força dos hábitos ancestrais. Até quando ?
Depois de ver a China é impossível voltar a ver a Europa como os mesmos olhos.


Fernando Penim Redondo

sábado, 2 de junho de 2007

GALERIA MUN. ALHANDRA - "na CHIna 2006"





"na CHIna 2006" - Galeria Augusto Bertholo
2 a 30 de Junho 2007
36 fotografias da China recolhidas em Abril 2006














Da "folha de sala"

Alguém disse que os 1.300 milhões de chineses são, neste momento, o mais importante recurso natural do planeta e que o século XXI será, em grande medida, condicionado pela forma como tal recurso for usado.
Fugindo ao mecanicismo de tal opinião prefiro dizer que o futuro da sociedade humana será decisivamente influenciado por aquilo em que se tornarem os incontáveis chineses e pelo caminho que tomar a imensa China .  
Uma viagem pela China não pode fazer muito mais do que proporcionar um série de “impressões”, que valem por ocorrerem no local mas que acabam por reflectir a perplexidade do viajante. 
A realidade física ultrapassa as expectativas mesmo quando se parte com alguma bagagem de leituras sobre o país, a magnitude das transformações em curso sente-se “na pele”. 
O gigantismo institucional de Pequim, que numa só avenida tem vários hotéis do tamanho do Ritz de Lisboa,  rivaliza com o modernismo caótico de Xangai, cujo ritmo de crescimento pode ser simbolizado pelo combóio-bala que nos transporta ao aeroporto, a 400 km à hora, sobre tecnologia “magnética”.  
No Sul, onde se situam as “zonas económicas especiais” de Macau e Hong-Kong, a China dispõe de vários aeroportos internacionais num raio de 150 km em torno da cidade de Guangzhou (Cantão).
As bicicletas são aos milhões, símbolo da vida frugal e laboriosa dos chineses. Em contrapartida também já se vêm muitos chineses de máquina fotográfica em punho num sinal claro de que começam a poder disfrutar (e registar) momentos de lazer. Bicicletas e câmaras fotográficas são assim sinais da coexistência das tradições e das transformações ao nível das vidas comuns.
Visitei a China em Abril de 2006 e, apesar da magnitude das realizações económicas e tecnológicas, o que mais me tocou foi a persistência da velha cultura e força dos hábitos ancestrais. Até quando ?
Depois de ver a China é impossível voltar a ver a Europa como os mesmos olhos.